segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Felicidades!


"-Em que faculdade você passou?"


Boa sorte aos futuros cientistas e profissionais!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Estou chocado...

Brasileiata, bacharel em direito, 26 anos, grávida de gêmeos foi espancada, torturada e cortada em Dubendrof, cidade perto de Zurique, Suiça.
Não falarei mais... Bem, 'me mandaram' colocar uma imagens algumas vezes para quebrar a monotonia do texto. É, hoje, eu deixo para vocês, cientistas, três imagens:


A mulher perdeu os bebês.
SPV são as siglas do partido suiço que mantem uma ala conservadora e nacionalista.
Identificada quado saía do transporte público, pois falava ao celular em português com o pai.
A polícia suiça trata com pouco caso jornalistas e diplomatas que vão até ela pedir informações e ajuda.
Não sei o que fazer... Estou paralisado pela violência...

domingo, 8 de fevereiro de 2009

God likes Atheists better

Nas minhas andanças pela net, me deparo com essa tirinha genial, muito apropriada pra introduzir o assunto do ateísmo no blog, que com certeza será abordado por mais posts por minha parte e pelo trilobita.

Clique pra ampliar.



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Trocado pela loucura.

Cientistas, hoje, procuro ajuda...

Sei que o trabalho dos blogs é mostrar e não, geralmente, pedir ajuda, mas o Nada (motivo do blog) inclui, pelo jeito, ajuda...

Então, hoje, como eu disse no título fui trocado. Vou quebrar o decoro e falar em termos limpos. Sabe quando você acompanha uma grade trajetória de uma das poucas pessoas que você PODE chamar de amigo, e no final, quando tudo aquilo que você acompanhou, tudo aquilo que você quase tomou para seu, em nome da amizade, chega ao fim, o que você espera?

Uma comemoração com AMIGOS?

Não. Claro que não.

Por que nesse momento se importar com AMIGOS? Temos OS CARAS pra fazer a festa, comemorar!

De que diabos servem os AMIGOS? Aqueles que te apoiaram nos bons e maus momentos, de que servem estes?

Para nada, CLARO!

OS CARAS são muito melhores, sabem, por mais absurdo que isso pareça, a hora da amizade, ao contrário dos amigos que simplesmente não sabe hora, para este último, tudo são horas. Uma pena que seja do tipo AMIGO e não do tipo OS CARAS.

Vendo toda essa calamidade, só posso apostar na loucura – provocada pelo álcool – e pensar na calmaria da minha casa: fui trocado pela loucura e não pelos OS CARAS.

Ah! Parabéns pelas realizações, meus amigos!

Obrigado aOS CARAS por me deixar revoltado, sem vocês nada disso seria possível! Valeu mesmo! Admiro a falsidade e o oportunismo de vocês, coisa rara...

Nem posso deixar de lembrar aqueles com sensibilidade suficiente para NÃO perceber tudo isso, você são quase tão bons quanto OS CARAS! Um dia vocês chegam lá, boto fé.

Ufa!

Espero resposta...

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Casos Curiosíssimos.

Cientistas, nem sei por onde começar... Desculpe-me a falta de método... Por ordem de tempo talvez deixe as coisas menos obscuras.

Nessa última sexta tive a enorme felicidade de assistir ao filme O Curioso Caso de Benjamin Button (The Curious Case of Benjamin Button, 2008), que para desgosto dos pobres espíritos, faz-se justiça ao indicá-lo para 13 categorias na 81º edição do Oscar da Academia.

Ainda na sala de cinema, eu, de ego muito cheiro, comecei a escutar uns gemidos, uns barulhos sem tipo, o que já me bastaram para acionar o gatilho da curiosidade para descobrir de que diabo de lugar vinha aquele barulho e, claro, chamar a atenção da pessoa que atrabalhava meu filme. Não podia ser outra coisa, foi ali, duas poltronas à esquerda, um homem feito chorava emocionado pelo filme. Fique atônito, paralizado, não fiz nada, além de registrar mentalmnte aquela segunda cena fora da tela, um ser humano emocionado.

O filme que nos coloca para pensar em tantas coisas - morte, velhice, preconceitos, paixões, aprendizagem, valor da imagem -, que, na verdade, reflete uma característica dos bons filmes e textos, são passiveis de várias interpretações, fico, assim, autorizado a escolher uma via para refletir: o romance de pessoas ‘com idades muitos distantes’, claro, que de um modo muito particular isso é mostrado no filme, pois a personagem de Brad Pitt possui, como todos já devem saber, um jeito todo especial de envelhecer.

A Psicologia pode nos apresentar vários modelos para explicar esse tipo de relação confrontando: maturidade com imaturidade; caráter doentio ou mal caratismo e ingenuidade; sobrevivência da espécie e desenvolvimento dos órgãos sexuais, ou paixão; amor a primeira vista; casamentos arranjados e, por que não, tudo junto. A Psicologia é mestra em nos enrolar, mais que a História. Ah! E como isso nos alivia, para tudo ela nos apresenta uma resposta sensatíssima e digna da capa de revista semanal.

E então...

Do bastião do conhecimento brasileiro, a catedral de ciência sub Equador, a USP! Para nos dar, dar a nós, aos mortais , poucas palavras de sabedoria!

Acompanhe o caso:

Quando perguntado pelo jornalista (que são os pregadores do papado da USP) sobre o relacionamento de pessoas de idades muito distintas – um velho e um novo – o doutor em Psicologia pela USP, Ailton Amélio da Silva, diz:

“Como a mulher passa pela menopausa chegará um momento em que não poderá oferecer descendentes. Isso explica o porquê de uma procura por sinais de juventude, o que é bem diferente de buscar sinais de infantilidade! O ápice da juventude feminina representa os 24 anos.

“Além disso, pesquisas mostram que quanto mais atrasada uma cultura, maior é a diferença de idade entre os cônjuges. Na África, a diferença média chega a nove anos e na Europa é quase zero. Para o Brasil são estimulados três anos”

Para apimentar mais a conversa um caso ilustrava a reportagem: Mallu Magalhães, 16 e Marcelo Camelo, 30.

Conclusões que a USP me permite chegar: Marcelo Camelo é doente, pois procura uma parceira imatura ou é mais que africano, é um NEANDERTAL.

UFA! Sorte que inventaram a terceira via! Sempre vou nela!

Conclusão da terceira via: A USP forma doutores em psicologia de péssima qualidade!



Ah... USP, parabéns pelos 75 anos


Ps1: Falar mal de jornalista fica para um próximo post.

Ps2: O jornal que falo é o Jornal da Cidade, Bauru, domingo, 25/01/2009.

Ps3: E olhe que eu nem gosto do Marcelo Camelo e nem da Mallu Magalhães.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Discussões metodológicas acerca da ficção: A Força.

Inauguro com esse post uma série com objetivo de discutir e expor idéias, hipóteses e opiniões sobre diversos bastiões da ficção científica, respeitando-se a metodologia científica nesse processo (ou nem tanto...), inspirado por um glorioso episódio de The Big Bang Theory em que eles discutem à exaustão como o Superman faria pra lavar sua roupa se ele suasse, passando por afirmações de que nada na terra o faria suar, até a hipótese de ele se miniaturizar, ir pra Kandor (a cidade kriptoniana em miniatura), fazer uma sessão de pilates e voltar pra terra suado, terminando com um enérgico 'ah, nao da pra conversar sério com o Sheldon!' por parte de Wolowitz.

E que assunto pra melhor inaugurar essa série que a Força? Comecemos expondo o que sabe-se da Força, segundo o que foi dito ao longo da dupla trilogia de Star Wars:

A Força é uma entidade que está presente em todos os seres viventes no universo. Sua interação com esses seres vivos é exercida por microorganismos chamados midi-chlorians, presentes em todas as células de todos os seres vivos, em concentrações distintas. Assume-se que um Jedi tem uma concentração maior de midi-chlorians que pessoas comuns (segundo o dito pelo jovem obi-wan Kenobi no Episódio I: Ameaça Fantasma, em que ele analisa uma amostra do pequeno Anakin Skywalker e descobre que ele possui mais midi-chlorians que o próprio mestre Yoda), e que eles aprendem, através de rigoroso treinamento e disciplina a ouvir e coordenar essas midi-chlorians. Atribui-se à Força diversos poderes característicos de um Jedi, o qual vamos enumerar aqui:

1- Telecinese. Aqui nessa categoria incluem-se todos os efeitos físicos da força sobre a matéria, pelo mero pensamento: empurrar ou puxar pessoas e objetos, aumentar sua capacidade num pulo ou numa corrida (habilidade controversa: também pode-se considerar que os midi-chlorians aumentem a performance celular para tornar possivel tais movimentos), levitação, enforcar etc.

2- Visão do passado, do presente ou do futuro. Os Jedi são capazes de vislumbrar aconteceimentos passados, saber o que acontece em outros lugares no momento presente e até mesmo saber de acontecimentos futuros. É uma habilidade um tanto quanto instável para os nao tao treinados (como quando Luke vê seus amigos em perigo na cidade das nuvens, no episódio V), mas parte essencial do combate Jedi, em que a capacidade de prever os movimentos de um oponente determina vida ou morte.

3- Habilidades Sensoriais Genéricas: o famoso 'I have bad feeling about this' e o 'I feel a disturbance in the Force'. Aparentemente, um Jedi pode sentir outros Jedi e criaturas, cada uma com uma 'assinatura' diferente, parecido com a capacidade dos personagens do Dragon Ball de sentir o ki alheio. Como exemplos podemos citar o Obi-wan percebendo a destruição de Alderaan no episódio IV e o mestre Yoda sentindo o assassinato dos Jedi no episódio VI.

Bom... isso é tudo que consigo pensar agora, com certeza tem mais coisa que eu deixei passar, fora que a descrição foi bem superficial. Mas acho que ja é o suficiente pra começar a exposição de idéias por aqui. Como eu estou com muita preguiça de elaborar uma nova teoria, vou colocar trechos de um texto do Kentaro Mori, colunista do Sedentário & Hiperativo e do blog Ceticismo Aberto, que sintetiza bem uma teoria: Por que diabos os Jedi, nem cenário faantástico e Futurista, usam SABRES? (tudo bem, são sabres de LUZ, mas continuam sendo uma arma melee). Ao final do texto faço algumas complementações.

"Os Jedi usam espadas porque foram inspirados em samurais, porém entrando de cabeça na lógica do universo de Star Wars podemos encontrar uma razão muito interessante para que cavaleiros Jedi usem espadas ao invés de armas de fogo. Essa razão também explicaria como eles conseguem se desviar ou até rebater tiros de laser que viajam à velocidade luz.

Tudo isto ocorre porque os cavaleiros Jedi têm a capacidade de prever o futuro. Como podem prever o futuro, podem se desviar de tiros antes mesmo que eles sejam disparados, o que lhes dá tempo para calcular uma seqüência de movimentos que permita o desvio de diversos disparos.

Entender como a precognição torna o uso de espadas algo inevitável é um pouco mais complicado. Imagine que você queira matar um Jedi que, lembrando, pode prever o futuro. Como sabemos, atirar nele não seria muito eficaz já que ele saberá quando e onde o tiro será dado, e assim poderá se esquivar ou evitar a emboscada. Mesmo emboscadas elaboradas tornam-se algo um tanto difícil já que embora a precognição Jedi não seja perfeita, é razoavelmente capaz de deixá-lo alerta quanto a alguma ação ofensiva. Matar alguém que pode prever o futuro não é algo muito fácil.

Não seria impossível matar um Jedi através de uma emboscada. Usar a temida Estrela da Morte e explodir um planeta inteiro pode acabar dando conta do recado -- "de repente sinto uma perturbação na Força". Mas se isso pode dar conta de um Jedi, fica claro que seria pouco prático fazer o mesmo em relação a centenas de cavaleiros espalhados por diversos planetas pela Galáxia. Fica a pergunta mórbida: qual a melhor forma de matar Jedis?

Você deve ter adivinhado: usando espadas, através de um combate corpo a corpo. Se o primeiro golpe que dermos pode ser previsto pelo nobre Jedi, o segundo golpe dependerá da reação dele, e assim sucessivamente. Um combate corpo-a-corpo, em que nossos ataques e defesas dependam diretamente dos ataques e defesas do oponente tornam a precognição praticamente inútil. Ela deixa de desempenhar um papel crucial para dar lugar à habilidade dos combatentes: quem for mais ágil e perspicaz eventualmente sucederá em vencer o oponente, por mais que este possa prever o futuro. É incrível, mas a 'simples' capacidade de prever o futuro, nem que seja o futuro imediato, torna obsoleta toda a lógica de combate que conhecemos e nos leva de volta à época feudal, onde a habilidade do guerreiro é o elemento mais importante em um combate. Na lógica Jedi onde a precognição é possível, armas brancas combinadas à habilidade são muito mais importantes que armas de fogo."

Mas como então vários Jedis foram mortos por armas de fogo em Geonosis na arena, ou como os Clone Troopers conseguiram matar quase todos eles, também com armas de fogo, quando foi dada a ordem, voce poderia perguntar. Bem, de nada adianta você conhecer o futuro próximo se você não possui a habilidade suficiente pra evitá-lo (no caso, defletir dezenas de tiros por segundo, completamente cercado, mas ainda passivel de ser evitado com a habilidade adequada), ele for virtualmente inevitável, num cenário em que o desfecho, para todos os cursos de ação, for a morte ou se voce nao fizer o julgamento correto da situação rapido o suficiente.

Também aproveito pra apresentar mais uma teoria em relação à Força. A luta de sabres pra um Jedi, ao meu ver, é igual uma partida de Xadrez: quem conseguir ver mais movimentos à frente tem a vantagem e possivelmente a vitória. Mas, se fosse assim, o Jedi com a maior capacidade preditiva venceria a batalha na maioria das vezes, minimizando a importância da habilidade com o sabre, o que me remete a uma luta num episódio de Yuyu Hakusho: o Yusuke encontra um oni fraco, perto dele, mas com a habilidade de ler a mente, e portanto, saber a intenção do adversário. E na hora da luta, ele olhava para o Yusuke, e tudo o que via era 'vou correr até ele e dar um soco frontal'. Confiante,
esperou o ataque de Yusuke. No entanto, a diferença de poder era tao grande que, mesmo sabendo o que ele ia fazer, nada pode fazer para evitar. Por isso, acredito que uma luta ocorra sempre em 2 planos: a luta fisica dos sabres e um embate metal envolvendo a Força no qual um lutador tenta ofuscar o julgamento do adversário, procurando aumentar suas chances de conseguir o upper hand' na luta.

Resumindo: de nada adianta você saber o movimento do seu adversário se voce nao sabe o que fazer contra ele, e de nada adianta voce ser o melhor lutador se o adversário sabe o que você vai fazer. O sucesso, num duelo Jedi, envolve sua habilidade com o sabre assim como sua capacidade de saber o movimento do adversário assim como ofuscar o julgamento dele.

Ai ai, foi nerdisse demais pra um post só.

Até a próxima!





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