domingo, 19 de abril de 2009

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Pai tenta vender atriz de "Quem Quer Ser um Milionário?

O pai da atriz Rubina Ali, 9, que interpretou a personagem Latika quando criança no filme vencedor do Oscar "Quem Quer Ser um Milionário?", está tentando vender a menina, informa o site de notícias britânico "News of the World".

A disputa está acirrada entre Angelina Jolie e Madonna. E eu.


Bom, um post desses abre muita margem pra discussões sobre a miséria em tais países, desigualdade, a indiferença de países mais abonados em relação aos outros e tudo o mais, mas juro que to sem paciência pra escreveralgo mais sério. Fiquem à vontade =D

Fica a dica

Guitarrista de blues Robert Cray tem três shows marcados no Brasil

Robert Cray, expoente da guitarra no blues vem para o Brasil com duas apresentações marcadas em SP e uma no RJ. Sim, pH negativo também é cultura!

A música do sr. Cray é realmente extraordinária, tendo ele tocado com várias lendas do blues/rock como Eric Clapton e Stevie Ray Vaughan. Gravou 15 CD's, com vários artistas, incluindo um personal favorite of mine, o Showdown, em parceria com Albert Collins e Johnny Copeland. Algo excluisivo que realmente vale muito a pena ser visto.



Os shows serão numa quinta e sexta, 7 e 8 de maio no HSBC brasil. Agora, a tristeza: Ingressos que variam de 100 a 300 Reais Brasileiros. Estudante que sou, pagarei meia, 50 mangos é um bom preço, mas nas cadeiras mais longínquas do palco. 150 Reais no camarote fica foda.

Bom, é isso. Peço perdão pela falta de conteúdo e acidez, mas nem todo dia é dia de santo. Ou é?

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Jesus Beer

Aqui,neste pH negativo, não é incomum tratarmos com descaso a religião alheia. Descaso, mas não desrespito, frise-se. E, pra nao perdermos o costume, aqui vai meu mais recente achado herético e heterodóxico no que diz respeito à religião de ~90% da população desse nosso brasil varonil.




Bom, pensei em postar mais alguns videos por aqui também, mas alguns são demorados, ia fugir da proposta de post rápido.

Até.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Gratuidade pouca é bobagem



Depois dizem que criança é um ser puro e inocente

terça-feira, 7 de abril de 2009

Cultura Parental

Behold! Segundo vossa divindade Google, você que lê esse post acabou de testemunhar o surgimento de uma nova expressão. Procurei Cultura Parental e nao achei nenhuma ocorrência do termo.

Primeiramente, a definição: eu considero cultura parental aquela com a qual o infante tem contato desde cedo, por meio dos pais e/ou responsáveis. Músicas, filmes, séries, atividades lúdicas entre outros.

Definido o termo, vamos à discussão que desejo trazer: a análise da postura da criança/adolescente em relação à essa cultura. Vou me ater principalmente à musica na discussão, mas pincelarei alguns outros aspectos ao longo do texto.

Inicialmente, a criança nao tem como se esquivar dessas influências. Até os 6 ou 7 anos, no que diz respeito ao aspecto cultural, o pequeno é como um receptáculo pra toda informação cultural que os pais nela despejarem. O que pode causar efeitos 'desastrosos' para algumas pessoas ou 'hilárias' para outras, como podem ver no vídeo abaixo:

"Você viu o que ele falou pro padre, que ia queimar jesus!"



Daí, com o avanço da idade e estabelecimento de relações sociais extra-familiares, a criança começa a ter contato com outros tipos de influência além das parentais. Vai começar a ouvir rock, hip hop, tango, metal, seja lá o que for. E, quando filtrar e selecionar tudo isso, formará sua opinião própria, baseado no que é mais aceito no círculo do qual faz parte. Aí começa a rejeição da cultura parental.

É a época do "ah, isso é muito ruim, meu pai/mãe gostam disso", ou "isso é coisa de velho".

Então, com o amadurecimento e desprendimento desses grilhões sociais (coisas pelas quais nem todos passam, na verdade), o filho pródigo volta à casa, e abraça novamente a cultura parental, e adiciona à sua biblioteca de preferências, após certa seleção com certeza. Pode não fazer parte do seu dia-a-dia, mas ele não terá a repulsa que mostrou mais jovenzinho, e valorizará essa cultura.

Escutar aquelas músicas, que estão de certa maneira incrustradas no subconsiente, traz acalento ao coração, um bem estar quase inexplicável. Passei por isso recentemente, quando trombei sem querer com "Simon & Garfunkel" na internet, e depois procurei mais músicas, inclusive de outros intérpretes como Supertramp, Carpenters e Elvis.

Simon & Garfunkel - Sound of Silence


E sim, eu gosto dessas 'músicas de pai'. Tanto que após certa idade, além de ouvir o que meus pais ouviam quando eu era mais novo, procurei outras bandas e intépretes da época. Mas isso nao acontece com todos. É incrivel como se vê muita gente hoje em dia, alguns inteligentes até, mas com uma ortodoxia musical (ou cultural em geral) fora do comum. Uma pena.

Bom, acho que é isso o que eu queria falar. Dêem opinioes, falem o que seus pais escutavam, se você gosta (ou não), me mandem tomar no cu, sei la, qualquer coisa.

Até!

sábado, 4 de abril de 2009

Filosofia Lúdica


(filosfia acerca da atividade lúdica, nao como atividade lúdica)

Bom, abro aqui esse post pois venho jogado muito warcraft essa semana, e pude notar alguns padrões de comportamento e pensamento que gostaria de analisar e compartilhar com vocês, meu fiéis leitores.

Primeiro, é bom dar uma idéia geral do jogo: a grosso modo, são dois times, com até 5jogadores cada. Cada jogador controla um personagem. O objetivo é destruir a base inimiga. No vai e vem de jogo, demora-se de 30 a 90 minutos até se acabar uma partida.

Agora, os problemas:

1- Pessoas que saem no meio do jogo. Isso acontece geralmente quando se está mal, morre-se muito e nao há muito o que perder, o jogador simplesmente sai do jogo. Enorme deselegância, pois ao entrar em um jogo, você está sinalizando que pode ficar o tempo de uma partida na frente do pc.

2- Jogadores RUINS que falam demais. Essa é tipica. Jogadores novatos ou burros mesmo, que estão fodendo com o time, geralmente pôe a culpa do fracasso em outros. Dá palpites no gameplay de outros, fica falando em 'all' coisas como 'aff, time lixo' ou 'assim nao dá, time noob'.

3- Jogadores BONS que falam demais. Mesma coisa acima, mudando o fato que eles nao fodem o jogo.

Ok. O objetivo de toda e qualquer atividade lúdica é a diversão, correto? Então porque diabos uma pessoa entra em um jogo coletivo, com o objetivo inicial de se divertir, se acaba se estressando, estressando outros, ficando bravinho e saindo do jogo, desrespeitando todos os que ficaram? Isso é algo que nao entra na minha cabeça. Seja construtivo. Dê incentivos. Tente melhorar a experiência do jogo, tanto pra você quanto para os outros.

Tento fazer isso toda e qualquer vez que jogo. Se tem um cara mal, dou sugestões, tento incentivar. Se o time ta bem, congratulações à rodo. Agora, nao pode uma pessoa fazer cagada que ja chove gente xingando.

A que podemos atribuir isso? Cultura dos jogadores? Sensação de prazer ao menosprezar o próximo? Ou pura ignorância?

Amigos meus dizem que fazem isso pra desestabilizar o outro time, pra deixá-los abalados e ter isso como vantagem. Tudo bem, ganhar é sempre bom, e como esse é o objetivo do jogo, pode ser considerado válido, embora eu nao o faça. Agora, vir com atitudes agressivas contra companheiros de time é irracional. Você se estressa, seu time se estressa, a diversão diminui.

Jogue qualquer coisa pra se divertir. Se for pra ficar estressado, vá socar uma bronha e deixe os outros em paz. A atividade fica sem sentido quando o fator diversão sai do quadro.

Tenho certeza que existem muitos outros fatores envolvidos, mas to com sono, precisando descansar pra estudar amanha, entao fico por aqui. E peço pra que complementem as idéias se algo lhes ocorrer. Até!





ps: alguns devem pensar "ah, esse cara é um imbecil. Aposto que é mto ruim, foi xingado e ta aí chorando nessa porra de blog". Admito, sou ruim sim, mas nem tanto. Ja venho jogando há algum tempo, o que me deixa num nível pouco mais acima que dos iniciantes na curva de aprendizado. O que nao me deixa imune às agressividades por parte desses iniciantes e outros mais. Mas, fazer o que né.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

For Those About to Rock We Salute You!




"Cause i'm TNT, i'm Dynamite!"