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quinta-feira, 8 de abril de 2010

Divirta-se!

Boa noite, caros. Essa noite cá estou eu pra falar sobre um assunto básico, mas que merece certa reflexão dada a importância no nosso cotidiano: a diversão.

A diversão é sim, ao contrário do que pensam nossos pais, avós e mestres, parte essencial de uma vida saudável. Isso me veio à cabeça ao conversar com alguns colegas queixosos e fazer um retrospecto do meu cotidiano nesse triste ano de 2010. Aulas o dia todo, animo pra nada, engordei uns 5kg nesses 3 meses (pizza 2 vezes por semana), faço a barba com uma frequência menor que seu bisavô faz sexo, nao piso fora de casa em final de semana (só em caso de mais aula, de ter que dar aula ou pra comprar cigarro/coca cola), estou fumando mais que gostaria... enfim, tá uma coisa horrorosa. Tá faltando algo pra me alegrar.

Disso tudo caros, se eu tenho algum conselho pra lhes dar, é esse: não faça um curso integral. Vc sai cedo, volta tarde, tem coisas extras pra fazer, tem que estudar, tem que manter uma vida social e ainda manter um hobby. Isso seria perfeitamente possivel se o dia tivesse 50 horas, ou se você estudar num curso de meio período! Como nenhum dos dois é meu caso ou caso dos colegas com os quais conversei, ficamos apenas com o necessário pra nao bombar ou foder o futuro profissional: adeus hobby e vida social.

Por isso, queridos, reservem uma horinha ou duas do seu dia pra ver tv, jogar um jogo (http://www.kongregate.com/), ler um bom livro, sair com aquela mina que nem é tão daora mas ta dando mole ou socar uma bronha se tiver sem grana pra sair. Arranje tempo no seu dia para, religiosamente, comer bem ou fazer algum exercício. Você vai ver que no final das contas, vai valer a pena. Você sai do grupo de risco para sindrome coronariana aguda, cancer de pulmão, bexiga, estomago e cólon, enfisema, seminoma, e outras entidades nosológicas ainda menos agradáveis.

Enfim, fica aí a mensagem e mais um sincero pedido de desculpas por mais um post que se distancia da objetividade e calculismo esperado por um firme seguidor do método cartesiano, do empirismo científico e dos descritores booleano e por me aproximar do que tange o sentimento e a dita 'alma' humana, mas o conforto trazido por essa redação é de grnade valia, quando se está tão fodido assim. Até!

ps: alguém pegou a piada no ultimo parágrafo?

terça-feira, 28 de abril de 2009

Gripe suína: situação calamitosa?


NAO.

Fico impressionado com comentários e notícias em portais e pensamentos percebidos em conversas do cotidiano como as pessoas estão vendo esse caso da gripe suína. Vamos aos fatos:

Temos quase 800 casos confirmados e 2000 suspeitos no méxico, onde a situação é mais preocupante. Disso tudo, morreram 152 pessoas. Temos então uma letalidade de pouco menos de 6%! O que isso quer dizer? Quer dizer que quem morreu provavelmente eram idosos, crianças pequenas, pessoas em mal estado nutricional e imunossuprimidos. Ou seja: pessoas para quem já é risco contrair e morrer de alguma outa doença infecciosa.

Então, o que devemos fazer?

Creio que cuidados-padrão para população em geral (evitar ficar em abiente fechado com possíveis casos, atenção à sintomas, rápida busca a atendimento em caso de sintomas importantes, como na gripe comum), e atenção especial aos individuos mais vulneráveis. Por mais que o governo seja culpável em diversos outros males que nos afligem, nao cabe aqui por a culpa no estado. Mesmo se fosse uma situação apocalíptica como muitos fazem soar e parecem acreditar, nao ha muito o que fazer nessas situações. Barrar sintomáticos nas portas de entrada do país é factivel, mas e os casos ainda assintomaticos em incubaçao? Vão entrar doentes, vao desenvolver sintomas e potencialmente espalhar a doença. Isolamento só é efetivo em casos de alta infectividade se for total, e isso é infactível.

Além do mais, até para os casos mais graves, existe um medicamento que parece combater o sorotipo suíno do H1N1 e o laboratório responsavel pela sua produção já anunciou acordos com a OMS para a distribuição e aumento da produção do fármaco. Claro, eles devem estar ganahndo coisas absurdas nisso, como abatimentos e facilitações tarifárias, privilégios de mercado, como grande vilã corporativa que é, mas pelo menos está dando um pouco de complacência ao gerenciamento de um possivel cenário pandêmico.

Bom, acho que é só isso. Tava sem assunto pra postar e sem nada pra fazer, então resolvi executar uma ação de bem público. Se bem que posso ter falado muita besteira, porque ainda nao se conhece muito profundamente a história natural e reatividade da doença, mas esperemos pra ver. Creio que o inverno nao será tao frio quanto muitos esperam. Até!