domingo, 30 de novembro de 2008

Star Wars Gangsta Rap

Não sou o maior fã de gangsta rap do mundo: nao gosto do tema, da mensagem, da sonoridade, dos rappers, da pose, de nada... só acho tudo muito engraçado, e uma ótima fonte para paródias com temas muito improváveis, como por exemplo, ficção científica. Justamente, quando trombei com esses vídeos na internet, nao consegui nao ficar maravilhado com o trabalho dos caras. São antigos, bem batidos já, mas eu tive que postá-los.

As rimas, o conteúdo dos versos, a mixagem... tudo! Ficou genial! Principalmente o segundo que parece estar mais trabalhado, apesar de o primeiro conter partes insuperáveis ("We got Deathstar, Deathstar!" e "I'm your father, i'm your father!"), e ser mais fiel às falas do filme. O segundo já é mais putaria, mas nao deixa de ser muito bom.

Uma coisa que me impressionou também foram as vozes. claro que nao são perfeitas, mas de fato elas se parecem com as vozes dos personagens, dá pra diferenciar bem. Enjoy!

Star Wars Gangsta Rap 1:



Star Wars Gangsta Rap 2:




"But there's a city in clouds where they're keeping my crew!"

'Ai Papai!' parte 2



Jogadoras da seleção croata posam seminuas em calendário


Bom, todos sabemos que macho que é macho acompanha esportes femininos não pela adrenalina, nao pelo patriotismo, mas pelas senhoritas desportistas. Principalmente quando se trata de esportes mais delicados, como volei, volei de praia, tênis, e outros, apesar de haver exceções, como no handbol, cuja seleção Húngara tem a fenomenal pivô Anita Gorbicz, aqui ao lado.






Mas então, sabendo disso, ficamos todos de queixo caído ao ver essas musas do desporto em situações em que venham a vestir menos roupa ainda do que em quadra. E de fato meu queixo caiu ao ver esse fenomenal ensaio da Seleção Croata de volei feminino, pra um calendário. Seria muito egoísta da minha parte nao compartilhar isso com vocês, meus fiéis leitores, essas imagens maravilhosas, esses pedaços de mau caminho, essas estradas pra perdição, como preferirem...




Os principais expoentes em quantidade e qualidade das belas senhoritas em suas seleções nacionais são, naturalmente, os países do leste europeu, como Hungria, a própria Croácia, Republica Tcheca, Rússia, e outros países que eu nao tenho certeza se continuaram a existir depois da queda da URSS. Hei de procurar algo em relação à selecionados desses países, e se algo interessante aparecer, postarei.



Então, acho que é isso. Para mais fotos do ensaio, clique no link da reportagem. Enjoy!

sábado, 29 de novembro de 2008

Purple Rain!

I'm back from the dead, assholes!

sábado, 22 de novembro de 2008

Cotas e o argumento da inveja.

Nesse sábado (22/11), o jornal A Folha de S. Paulo ostenta em seu caderno Cotidiano a seguinte manchete: “Com lei dos 50%, reserva de vagas triplicará nas federais” que se refere ao projeto de lei que já foi aprovado na Câmara do Deputados e vai agora para o Senado Federal, que trata da parcela no número de vagas reservada a estudantes de escolas públicas nas universidades federais.
Se apareceu na Folha, aparecerá em toda conversa do tio sem assunto, do gerente do seu banco, do cara de gravata no metrô, do casal sem amor voltando de carro para casa... Alias, se você, em algum momento dessa semana, precisar conversar com alguém e o assunto faltar, você irá sacar, quase que automaticamente, essa manchete.

Depois dessa pequena recapitulada de uma das cenas do nosso dia-dia, vem o puxão de orelha. Você, leitor, está proibido de dizer que com essa medida o nível das faculdades corre o risco de cair.

Pois esse é um dos argumentos mais pobres que você pode usar e veja motivo:

Quem já estudou em uma boa faculdade federal sabe qual o número de vagas que cada turma possui. Na Unifesp, por exemplo, a turma de enfermagem possui 88 vagas – 8 delas já no regime de cotas – imaginemos que metade delas fiquem comprometidas com as cotas teremos 44 para o sistema universal e 44 para as cotas dedicadas para alunos da escola pública, você realmente acha que no ensino público não possui 44 boas pessoas "capacitadas" para a turma de enfermagem na Unifesp?

Pensou? Imaginou? Difícil não encontrar 44 excelentes pessoas no sistema de ensino público para cursar enfermagem no Unifesp, né?

Isso se nós imaginarmos essa situação (mais ou menos) ideal, pois a concorrência irá surgir nesse grupo e alunos que poderiam "nivelar por baixo" o ensino superior simplesmente e cruelmente serão ceifados pelo vestibular.

Já faz anos que o ensino superior particular vem dando diplomas que não fazem mais que atestar a incompetência e desleixo dos que possuem e disso poucos reclamam. Ficamos cegos para esse caso e não entendo o porquê... Os que mais me irrita é que muitos dos que eu vi que utilizam o argumento esclerosado do medo da queda de qualidade nas faculdades públicas são, em grande parte, os mesmo que recorrem à mediocridade do sistema particular de baixo nível para conseguir o seu diploma superior e, pare eles, quando sairam a procura do seu canudo a qualidade pouco importava!

Cientistas (trocadilho que usarei, daqui em diante, para me referir aos leitores), vejo um sentimento que é combustível para esse argumento, e ele é a inveja. Essa vontade vil de possuir o que o outro tem é a mistura inicial para esse argumento da preservação da qualidade.

Agora pessoal tomem cuidado, pois quando conversarem com o engravatado no metrô para ser falsamente simpático, ele pode ser um cientista desse laboratório e quando você usar esse pobre argumento você pode ser rotulado de invejoso ou pior, “papagaio de revista semanal”...

ps: Pra adiantar, vou responder a primeira das críticas ao meu post. Não escrevi contra nem a favor das cotas, escrevi a favor do debate sobre as cotas e critiquei um argumento e quem a ele recorre para esconder sua pobreza de espírito.

sábado, 15 de novembro de 2008

Review: Avenged Sevenfold



Hard black death punk pop rock, com uma pitada de metal e absurdamente comercial. Foi assim que descrevi Avenged Sevenfold quando escutei pela primeira vez, dois ou 3 anos atrás, no advento do album 'City of Evil'. Descrição pejorativa? sim. Mas eu gostei, e gosto até hoje, sendo uma das bandas modernas que mais escuto.

Bom, formando uma linha do tempo, o primeiro album da banda foi Sounding The Seventh Trumpet, em 2002, seguido por Waking the Fallen, em 2003. Cheio de musicas pesadas, guturais horriveis por parte do vocalista M. Shadows, riffs pesados e tudo o mais que os órfaos do punk e metal juntos podiam desejar. E justamente por isso teve vendas modestas, permanecendo a banda conhecida apenas no circuito independente, apesar de o WtF ter tido um bom reconhecimento, aparecendo em revistas como a Rolling Stone.





'Chapter Four' do album Waking the Fallen

Então, veio o contrato com uma grande gravadora, produção de primeira, toques e dicas de produtores e voilà, temos o City of Evil. Com riffs cativantes, melodias faceis e alguns solos de guitarra, esse lançamento imediatamente cativou os jovens, por soar 'sujo e mau', algo do qual a industria carecia, em momentos de The Used, aquela outra banda cujo vocalista parece o Quentin Tarantino e My Chemical Romance (outra banda que me é bem vista).





'Bat Country', do album City of Evil



E quem disse que comercial é ruim? Muito pelo contrário: músicas bem construídas, cativantes, num estilo que há muito nao se ouvia são sempre bem-vindas. São pesadas na medida, com boas melodias e ritmo, fora a pose de mau dos integrantes, que levou toda e qualquer garota de 13-16 anos na época à loucura.

É claro que nao podemos tirar o mérito da banda. As musicas têm seu apelo e tentam passar sua mensagem, tendo como exemplo máximo a M.I.A., que tem como tema a guerra no Iraque. E fora isso, de nada adianta uma grande produção de a matéria prima é uma merda bosta porcaria.

Muita gente classifica o A7X como uma banda de metalcore. WTF? Tudo bem, da pra imaginar como soaria um estilo desses mas... pra foi realmente necessário inventá-lo? o Avenged Sevenfold é simplesmente uma banda moderna, que incorpora elementos do metal (solos, um tanto do vocal, algumas melodias e a POSE) e do punk, ou hardcore, como preferirem. É algo completamente desncessário ficar criando termos novos pra toda banda que me aparece por aí.

Em 2007, a banda lançou o self-titled, com mais do mesmo, porém sem perder a qualidade. Ainda prefiro o CoE, mas o A7X self nao perde muito em questão de musicalidade. Com algumas musicas sem muito sentido, mas outras geniais, o album se equilibra bem, e fez bastante sucesso entre os fans. Interessante ressaltar também que, pela primeira vez, o baterista the Reverend faz participação nos vocais, fazendo o bridge em 'Critical Aclaim' e 'Little piece of Heaven'. Dotado de uma voz com um timbre um tanto particular, deu um ar de novo pro trabalho, saindo da exclusividade vocal de Shadows.






'Critical Aclaim', do album Avenged Sevenfold



Muito bem crianças, resumindo: Avenged Sevenfold é uma das poucas coisas 'novas' que vale a pena ser ouvida: enquanto respeita estilos consagrados do rock, tem um ar de coisa nova, é moderno, nao-repetitivo, e nem segue uma fórmula que deu certo antes e depois surgiram trocentas bandas com a mesma proposta (como blink-182 e seus copióides).

Esse foi apenas um review expondo minha opinião, nao tinha pretensão de apresentar a banda, já que desde o CoE ela vem fazendo relativamente grande sucesso... mas caso alguen nao conheça, aproveite a oportunidade pra conhecer, e deixe um comentário dizendo o que achou.

Isso é tudo pessoal!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Classe Média

Velho, mas sempre ótimo



Desculpem-me a ausência, mas fim de ano é uma beleza sem tamanho!

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Now playing: Blur - Girls and boys
via FoxyTunes

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Bem... Riam!


Contesia de um grande amigo baiano.

ps: 'os home' pediram para diminuir o conteúdo, mas só consegui isso...